Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA) pode trocar de mãos

A população de Santa Cruz protesta até hoje pelos prejuízos causados, novos sócios podem significar a solução

A Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA), localizada em Santa Cruz, está estudando medidas radicais para solucionar problemas em seu projeto de produção venda. Um novo sócio ou mesmo a negociação da empresa poderá acontecer até o final do ano. A nota vem da Alemanha dada pela ThyssenKrupp, detentora da maioria das ações da fábrica, no Distrito Industrial de Santa Cruz.

A decisão pode ter sido tomada após a recente vistoria feita pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea) que concluiu que a emissão de fuligem está controlada, porém, negou licenciamento ambiental definitivo que ainda depende do cumprimento do TAC – Termo de Ajustamento de Conduta, assinado com o instituto para minimizar os crimes ambientais praticados desde a inauguração em 2010, que não está sendo cumprido. Outra hipótese pode ser a crise na economia americana que frustrou os planos de vender no mercado norte americano.

Entretanto, a empresa informa que por enquanto, o funcionamento da CSA continuará normalmente, inclusive com o aumento de produção que estava previsto para esse ano.

A CSA já empregou 30 mil funcionários, hoje, gera cinco mil empregos.

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