Conselho de Desenvolvimento da Zona Oeste


A governança da Zona Oeste existe – empresários, lideranças, entidades, acadêmicos – é natural, todavia, insiste em não assumir seu papel de planejar o futuro da região.
Aproveitar o potencial do mercado consumidor da Zona Oeste, investir em infraestrutura, gerar um melhor ambiente para o desenvolvimento do pequeno negócio e impulsionar a atuação conjunta dos bairros que compõe a região, são os tópicos a serem abordados numa necessária e possível audiência pública provocada por um vereador ou deputado da região em suas respectivas comissões permanentes de desenvolvimento econômico.
Esse debate precisa ser feito junto aos deputados e vereadores da Zona Zona Oeste.
É certo que os respectivos parlamentares aprovam a necessidade de impulsionar a economia da região para que os sub bairros passem a oferecer serviços e produtos , e com isso, possibilitem um crescimento ordenado de toda a região. Para tal precisam aceitar o compromisso de elaborar uma legislação moderna que impulsione o empreendedorismo local.
Estudos feitos pela Academia sobre economia regional confirmam ser fundamental que os agentes públicos tratem a Zona Oeste como uma região com potencial e não com problemas. Todos sabemos que a região sofre a violência, a
precária mobilidade urbana e a saúde, no entanto, tem uma grande população, há um grande mercado consumidor que pode ser melhor explorado, que tem um potencial de crescimento que pode gerar emprego e renda e melhorar a qualificação profissional no local”.
A necessidade de gerar um melhor ambiente para o desenvolvimento de pequenos negócios, promover o empreendedorismo como alternativa de geração de renda e alavancar a atuação conjunta dos bairros urge. As legislações também precisam facilitar a atuação de micro e pequenas empresas. “Melhorar as médias e pequenas empresas gera um efeito de renda ao redor que, consequentemente, melhora o ambiente dos grandes negócios.
A região conta com diversos sub-bairros com população superior a 100 mil habitantes, o que corresponde a quase de 20 % da população regional.